A pressão total no primeiro experimento permite calcular o avanço da reação. As pressões parciais correspondentes, convertidas para bar, fornecem K, que se aplica em seguida ao segundo experimento.
Etapa 1.(a) Calcule a constante de equilíbrio.
| NO | BrX2 | NOBr |
|---|
| início | 100 | 40 | 0 |
| reação | −2x | −x | +2x |
| equilíbrio | 100−2x | 40−x | 2x |
Da pressão total, Ptotal=(100−2x)+(40−x)+2x=140−x 110=140−x⟹x=30 Torr As pressões parciais no equilíbrio (em atm, usando 1 atm=760 Torr) são PNO=0,053 atm, PBrX2=0,013 atm e PNOBr=0,079 atm. Logo, K=(PNO)2PBrX2(PNOBr)2=(0,053)2(0,013)(0,079)2=171
Etapa 2.(b) Calcule a pressão parcial de
NOBr no segundo experimento.
No segundo experimento, PNO,0=PBrX2,0=0,3 atm. Como K é grande e a proporção estequiométrica é 2NO:1BrX2, o NO atua como reagente limitante e quase todo ele é consumido. Tomando essa conversão completa como ponto de partida: PNO≈0,PBrX2≈0,15 atm,PNOBr≈0,3 atm e considerando a pequena fração y que retorna ao estado de reagente: PNO=y,PBrX2≈0,15 atm,PNOBr≈0,3 atm−y De K=(PNOBr)2/[(PNO)2PBrX2]: 171≈y2(0,15)(0,3)2⟹y≈0,06 atm
Etapa 3.Calcule a pressão parcial de
NOBr.
PNOBr=0,3 atm−y=0,24 atm