O grau de decomposição inicial é muito pequeno, o que permite aproximar PNX2OX5≈1 atm e calcular K a partir da composição inicial. O aumento do volume desloca o equilíbrio no sentido de formação de produtos, pois Δngaˊs>0.
Etapa 1.Calcule a constante de equilíbrio.
Tomando como aproximação que praticamente todo o NX2OX5 permanece intacto: PNX2OX5PNOX2POX2≈1 atm=2×0,005×1 atm=0,01 atm=21×0,005×1 atm=2,5⋅10−3 atm K=(PNX2OX5)2(PNOX2)4POX2=(1)2(0,01)4(2,5⋅10−3)=2,5⋅10−11
Etapa 2.Calcule a composição imediatamente após a expansão.
Multiplicar o volume por 10 a temperatura constante divide cada pressão parcial por 10: PNX2OX5=0,1 atm,PNOX2=1⋅10−3 atm,POX2=2,5⋅10−4 atm O quociente de reação nesse instante é Q=2,5⋅10−14<K, de modo que o equilíbrio se desloca no sentido de formação dos produtos.
Etapa 3.(a) Calcule a pressão parcial de
OX2 no novo equilíbrio.
Seja y o decréscimo adicional na pressão de NX2OX5. As pressões parciais no novo equilíbrio são: PNX2OX5=0,1−y,PNOX2=1⋅10−3+2y,POX2=2,5⋅10−4+y/2 Substituindo em K e resolvendo numericamente, obtém-se y≈1,5⋅10−3 atm. Logo, POX2=2,5⋅10−4+y/2≈1⋅10−3 atm
Etapa 4.(b) Calcule a fração total decomposta.
Pela estequiometria, nNX2OX5decomp=nNOX2/2. No novo equilíbrio, PNOX2≈4⋅10−3 atm em Vfinal=10V0, de modo que a quantidade de matéria de NX2OX5 decomposta corresponde a PNX2OX5decomp=0,02 atm se expressa no volume original. Como o NX2OX5 inicialmente correspondia a 1 atm, a fração total decomposta é α′=1 atm0,02 atm=2%