A maioria das rotas passa por um epóxido intermediário, formado por epoxidação de um alceno com peroxiácido (RCOX3H); a abertura subsequente por um nucleófilo instala o grupo desejado em carbono vizinho à hidroxila.
Etapa 1.(a) Introdução do grupo nitrila.
Epoxida-se a dupla e abre-se o epóxido com cianeto; o tratamento aquoso protona o alcóxido:
1. RCOX3H2. NaCN3. HX2O
Etapa 2.(b) Formação do diol vicinal.
Faz-se a bromação alílica (BrX2, luz), eliminação com etóxido para gerar a nova dupla, epoxidação e abertura aquosa em meio ácido:
1. BrX2,luz2. NaOEt3. RCOX3H4. HX3OX+
Etapa 3.(c) Introdução do grupo tiometila.
Epoxida-se a dupla e abre-se o epóxido com o tiolato NaSMe, seguido de tratamento aquoso:
1. RCOX3H2. NaSMe3. HX2O
Etapa 4.(d) Introdução do grupo tiol.
Epoxida-se a dupla e abre-se o epóxido com sulfeto de hidrogênio, instalando o −SH e a hidroxila:
1. RCOX3H2. HX2S
Etapa 5.(e) Conversão do epóxido em cetona.
Reduz-se o epóxido com LiAlHX4 ao álcool, protona-se e oxida-se com dicromato à cetona:
1. LiAlHX42. HX2O3. KX2CrX2OX7