Considere as transformações a seguir.

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  3. P4J03 img1781115183

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  5. P4J03 img1781115197

Apresente a estrutura dos compostos A\ce{A}E\ce{E}.

Gabarito
Gabarito

Ao aquecer um éter RX1ORX2\ce{R1-O-R2} na presença de excesso de ácido forte HX\ce{HX}, a ligação CO\ce{C-O} é rompida e formam-se os haletos de alquila correspondentes, RX1X\ce{R1-X} e RX2X\ce{R2-X}, além de água:

RX1ORX2ΔHX (xs)RX1X+RX2X+HX2O \ce{R1-O-R2} \xrightarrow[\Delta]{\ce{HX}\ (xs)} \ce{R1-X} + \ce{R2-X} + \ce{H2O}

Quando o éter é um aril éter, o anel aromático não sofre substituição nucleofílica: o produto desse lado é um fenol, e apenas o grupo alquila é convertido em haleto.

Etapa 1.(a) Clivagem do éter dialquílico.

O éter di-isobutílico é clivado em dois grupos isobutila, ambos primários. Com HBr\ce{HBr} em excesso, forma-se o 1-bromo-2-metilpropano.

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Etapa 2.(b) Clivagem do éter cíclico.

O tetra-hidrofurano é um éter cíclico; sua clivagem por HI\ce{HI} em excesso rompe ambas as ligações CO\ce{C-O} e produz o 1,4-di-iodobutano.

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Etapa 3.(c) Clivagem do aril éter.

No fenetol (etil fenil éter), o lado aromático origina fenol e o grupo etila é convertido em bromoetano.

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Etapa 4.(d) Clivagem do cromano.

O cromano é um aril éter cíclico. A clivagem por HI\ce{HI} mantém o anel aromático como fenol e converte a cadeia em iodeto, gerando o oo-(3-iodopropil)fenol.

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Etapa 5.(e) Clivagem do éter cíclico ramificado.

O éter cíclico é aberto por HI\ce{HI} em excesso em ambos os carbonos ligados ao oxigênio, gerando o di-iodeto correspondente (mistura racêmica).

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