Em cada um dos casos abaixo, transforme o material de partida indicado na molécula-alvo desejada. Em cada caso, pode ser necessário mais de uma etapa. Para planejar uma síntese razoável, é uma boa ideia começar com uma análise retrossintética da molécula-alvo.
A análise retrossintética identifica a porção da molécula-alvo proveniente do material de partida e a ligação que pode ter sido formada por .
A desconexão é feita na nova ligação :

O enxofre do material de partida (íon tiolato) atua como nucleófilo. O carbono no outro lado da desconexão recebe o grupo de saída (, , ou ). Para garantir a estereoquímica desejada, lembre-se que a ocorre com inversão de configuração: para que o nucleófilo fique em cunha, o grupo de saída deve estar em ligação tracejada:

O tiolato é um nucleófilo forte, mas uma base fraca, de modo que não há competição com E2. Com substrato secundário, a ocorre adequadamente.
A síntese direta usa o tiolato sobre o brometo correspondente:

A desconexão é feita na ligação que conecta o oxigênio ao carbono proveniente do álcool de partida (a outra desconexão é menos conveniente, pois ainda não foi apresentado um modo de transformar em nucleófilo forte):

O oxigênio mais eletronegativo atua como nucleófilo (íon butóxido). O carbono no outro lado recebe o grupo de saída:

Como o material de partida é um álcool, é conveniente convertê-lo em tosilato. Outra opção é converter o em por tratamento com :

O alcóxido é um nucleófilo e uma base fortes; ambas as vias devem ser consideradas. Com substrato primário e nucleófilo pouco impedido, a predomina.
A transformação requer duas etapas: conversão do álcool em bom grupo de saída (tosilato ou brometo) seguida pela reação com o -butóxido:
